O orgulho de um povo
Nasce no momento do voo da Esperança
Ora avoaçar dentro de uma caixa,
Ora a soprar uma brisa, sobre um campo de lírios.
O acreditar, a fé, o “ter” esperança de/no/em algo,
Faz as maravilhas e os infortúnios
De uma gente, de um povo,
A crer por frutos de pouco esforço.
Os mais pobres têm na crença, na fé, na fama,
Os ricos, só, em poder e cacau,
E os infortunados, que a sorte não conta a História,
Jaz morto em sentido de sentir.
Mas
Contudo
Porém
Um outro lado da medalha
da moeda
do destino
Se o pão é alimento
A fé é-lho também da Esperança
Se ser Tuga é sê-lo em fé, Fátima,
em fado, Amália,
em futebol, Eusébio,
Se é ser isso, então temos um pequeno orgulho
Mas se não nos libertamos, e não encontra-nos
Novos desafios, novos caminhos, novas Índias,
Novas esperanças,
Do fado do infortunado não escapamos...
Ou querem que faça um boneco!!!
@2006-6-16
Aos curiosos...
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Obrigado.
O Autor.
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Terça-feira, 10 de Junho de 2008
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